Olá, leitores e shadowhunters! Já tive a oportunidade de ver Cidade dos Ossos e gostei do resultado da adaptação. Eu e minha parceira, Izabela Fernandes, que é fã assumida da série, preparamos uma pequena lista com os momentos mais legais do filme (sem spoiler). Confiram!
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Crítica: Cidade dos Ossos - Os Instrumentos Mortais
Lançamento: 21 de agosto de 2013
Dirigido por: Harald Zwart
Com: Lilly Collins, Jamie Campbell, Jonathan Rhys.
Gênero: Fantasia, ação, aventura
Nacionalidade: EUA, Alemanha
Duração: 2h 19
Dirigido por: Harald Zwart
Com: Lilly Collins, Jamie Campbell, Jonathan Rhys.
Gênero: Fantasia, ação, aventura
Nacionalidade: EUA, Alemanha
Duração: 2h 19
Clary Fray (Lilly Collins) presenciou um misterioso assassinato, mas ela não sabe o que fazer porque o corpo da vítima sumiu e parece que ninguém viu os envolvidos no crime. Para piorar a situação, sua mãe desapareceu sem deixar vestígios e agora ela precisa sair em busca dela em uma Nova Iorque diferente, repleta de demônios, magos, fadas, lobisomens, entre outros grupos igualmente fantásticos. Para ajudá-la, Fray conta com os amigos Simon (Robert Sheehan) e o caçador de demônios Jace Wayland (Jamie Campbell Bower), mas acaba se envolvendo também em uma complicada paixão.
Sucesso com o público jovem em seus livros, a série Os Instrumentos Mortais ganhou as telonas com a adaptação do primeiro volume, Cidade dos Ossos. Com direção de Harald Zwart, responsável também por O Agente Teen e Karatê Kid, a história criada por Cassandra Clare e adaptada esse ano para os cinemas tem tudo para conquistar mais de fãs e se tornar, possivelmente, o sucessor de Harry Potter em termos de sucesso.
Sem Roteiro: Falta criatividade em Hollywood?
Os
amantes de livros sabem: a chance de um best seller se tornar filme hoje em dia
está altíssima. Basta fazer um pouco de sucesso e “boom”, alguma empresa compra
os direitos de adaptação e temos o surgimento de um filme. Mas será que isso é prejudicial para a indústria
cinematográfica? Afinal, a criatividade está perdida em Hollywood?
A Hospedeira: filme e livro
A
espera terminou! Dia 29 de março deste mês ocorreu a estreia mundial de A
Hospedeira, inspirado no romance de Stephenie Meyer. Eu já assisti e quero compartilhar
minha opinião com vocês. Confiram!
Eu assisti "O Lado Bom da Vida"
Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados". Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a aceitar revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes da internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. Uma história comovente e encantadora, de um homem que não desiste da felicidade, do amor e de ter esperança.
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